Triste noticia: Vacina ou cura para covid-19 podem não se tornar realidade, disse o diretor-geral (OMS), mas a contradições

O diretor-geral da Organização Mundial Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nesta segunda-feira, 3, que vacina ou cura para a covid-19 podem não se tornar realidade. “Não existe bala de prata no momento e talvez nunca exista”, disse o diretor-geral. Ele acrescentou que, no momento, há imunizações na última fase de testes, mas existe a possibilidade de que nenhuma dessas ofereça proteção da forma esperada. Segundo a organização, são 25 vacinas já sendo testadas em seres humanos, sendo 6 delas, na chamada fase 3 – os últimos ensaios antes da conclusão. “Há preocupação de que talvez não tenhamos uma vacina que funcione. Ou que a proteção oferecida possa durar apenas alguns.meses.

Outra boa notícia e adversa a do secretário geral da OMS veio para acalmar a ansiedade da população, a contradição veio do ponto de vista do secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde do Brasil, Arnaldo Correia de Medeiros, afirmou nesta quarta-feira dia 5-8 esperar que cerca de 15,2 milhões de brasileiros já estejam vacinados contra a covid-19, doença causada pelo coronavírus, até dezembro deste ano. O diretor do Instituto Bio-Manguinhos da Fiocruz, Maurício Zuma, porém, falou que o primeiro lote da vacina deve ser distribuído somente a partir de janeiro de 2021.

As declarações foram dadas em audiência pública virtual da Câmara dos Deputados para debater a vacina da Covid-19 e a estratégia nacional de vacinação. “Com a graça de Deus e com o avanço da ciência, acreditamos que, em dezembro, talvez já passemos o ano novo de 2021 com pelo menos 15,2 milhões de brasileiros vacinados para a covid-19”, afirmou Medeiros

O governo federal comprará 100 milhões de doses em pelo menos três parcelas de entrega. Se a eficácia da vacina for bem-sucedida, a previsão é que o primeiro lote tenha 15,2 milhões de doses e seja entregue ao Brasil em dezembro deste ano, informaram Medeiros e Zuma. A chegada do segundo lote, com outras 15 milhões de doses, fica para janeiro de 2021. As 70 milhões de doses restantes ainda não contam com um cronograma definido

O secretário de Vigilância em Saúde disse que o Brasil conta com cerca de 37 mil postos de vacinação e a prioridade será dada a pessoas em grupos considerados de risco, como idosos ou com comorbidades. Por exemplo, problemas no coração, diabetes e obesidade. Profissionais de saúde também deverão ser contemplados de início

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